Teia Digital

Debate sobre o desenvolvimento sustentável da Amazônia – Por Silvio Persivo

Só ando em boa companhia. “É claro que sou imortal. Não tenho onde cair morto” (Olavo Bilac). 

DEBATE SOBRE O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DA AMAZÔNIA

Visão de futuro, oportunidades e desafios para a Região Amazônica é o tema do encontro digital, que a Federação das Indústrias de Rondônia (FIERO) e parceiros realizam no próximo dia 19 de agosto, a partir das 10 da manhã, horário de Brasília. Nesta primeira conversa, governo e setor produtivo se reúnem para debater soluções para a região Amazônica. O evento, 100% digital, com mediação do jornalista e diretor da BandNews TV, Marcelo D’Angelo, terá a participação do vice-presidente do Brasil e presidente do Conselho Nacional da Amazônia Legal, general Hamilton Mourão, do presidente da Confederação Nacional da Indústria – CNI, Robson Braga e do presidente da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia – FIERO e da Agência de Desenvolvimento de Porto Velho, Marcelo Thomé. Segundo o presidente da FIERO, Marcelo Thomé, este é um dos quatro encontros que antecipam os debates que ocorrerão no Fórum Mundial Amazônia+21, que vai acontecer de 4 a 6 de novembro de 2020, de forma totalmente online, considerando a importância do encontro para o país e para o mundo. “A proposta é um amplo diálogo para a elaboração de estratégias para a geração de novos negócios sustentáveis para o desenvolvimento da região Amazônica, valorizando a riqueza cultural da região e atraindo pesquisadores, empreendedores e investidores, garantindo a legalidade dos projetos e a preservação da floresta”. Thomé explica que o Amazônia +21 está organizado em quatro eixos temáticos interconectados Negócios Sustentáveis, Ciência, Tecnologia e Inovação, Funding (captação de recursos financeiros para o investimento específico pré-acordado de uma empresa) e Cultura. “Cada eixo é essencial para aprofundar-se nos diálogos sobre a Amazônia no século 21. Aspectos culturais serão considerados em conjunto com avanços científicos para a geração de negócios sustentáveis e de alto valor agregado”, garante o líder empresarial.

 

ARRECADAÇÃO SOBE NO AMAZONAS MESMO COM A PANDEMIA

A receita tributária do Amazonas registrou uma nova alta em julho, mesmo com a crise da covid-19. O total de impostos, taxas e contribuições totalizou R$ 938,07 milhões e superou em 2,7% o valor de junho (R$ 913,53 milhões), além de ter ficado 6,1% acima do patamar registrado 12 meses antes (R$ 883,76 milhões). O Amazonas voltou a ficar no azul no acumulado, com R$ 6,41 bilhões (2020) contra R$ 6,12 bilhões (2019), uma diferença de 4,7%. Os dados da Sefaz (Secretaria de Estado da Fazenda) mostram ainda que o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) subiu 3,15% entre o sexto (R$ 801,39 milhões) e o sétimo mês de 2020 (R$ 826,62 milhões). Na comparaçao com julho de 2019 (R$ 775,62 milhões), o incremento avançou 6,6% nominais. Em sete meses, o recolhimento passou de R$ 5,46 bilhões (2019) para R$ 5,71 bilhões (2020), conseguindo se sustentar com acréscimo bruto de 4,6%. 

VALORIZAÇÃO DA PRATA É PREVISÃO DE ESTRATEGISTA

O ouro, até agora, já bateu a cotação de US$ 2 mil por onça troy,  uma valorização superior a 32%. A prata subiu menos, mas, as apostas são de seu preço também deve ser elevar em breve. Pelo menos, é o que pensa Michael Hsueh, estrategista de moedas e commodities do Deutsche Bank, que acredita até que, logo, deve superar o ouro em valorização. Para ele, por sua versatilidade industrial muito maior, dado o ambiente onde a economia global se levanta da maior queda desde 1929, há bons motivos para se comprar prata.

FUNDOS DE INVESTIMENTOS EM ALTA

Os fundos de investimento encerraram o mês de julho com captação líquida positiva de R$ 63,7 bilhões. O montante corresponde à diferença entre os R$ 761,9 bilhões aplicados e os R$ 698,2 bilhões resgatados pelos investidores. Em volume, esta é a maior entrada líquida de 2020 aumentando o resultado positivo no acumulado no ano, que já é de R$ 62,2 bilhões, segundo a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). Na comparação com o mesmo período de 2019, o montante captado no mês de julho deste ano é 134,5% superior.

BRASILEIROS DESEJAM VIAJAR 

Um estudo em formato digital com mais de 1.300 brasileiros, sendo 61% mulheres e 39% homens, entre os dias 21 e 25 de julho, da Hibou, empresa de pesquisa e monitoramento de mercado, em parceria com a VPNY (Vou para New York) sobre o comportamento das pessoas nas viagens futuras constatou que  quase 4 entre 10 brasileiros pretendem viajar até agosto e 2021 (37,8%), já outros 3 em cada 10 entrevistados, tem vontade, porém não vão viajar (29,5%). Para 20,7% viagens ainda não estão decididas, e apenas 12% não querem, e nem pretendem tão cedo. Os destinos nacionais são os favoritos para pós-pandemia. 55,4% desejam viajar pelo país. 26,8% inclusive dentro de seus próprios estados de residência. Quando o assunto é viajar para fora, 16,9% desejam Europa, 8,9% América do Norte, 5,5% América Latina, 2,6% Oceania, 2% África e 1,7% Ásia. 8,8% não sabem ainda, e 2,6% outros locais.

AUTOR: SILVIO PERSIVO –  COLUNA TEIA DIGITAL

“As ideias expressas pelo comentarista não refletem necessariamente a opinião do jornal”.

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