Em Linhas Gerais

Número de idosos é crescente mas eles não estão nas prioridades dos candidatos – Por Gessi Taborda

FILOSOLFANDO

“Nada é permanente, exceto a mudança”. HERÁCLITO, filósofo grego pré-socrático, nascido a 535 anos a.C que converteu-se numa das maiores influências para a filosofia moderna.

EDITORIAL

O Brasil está se transformando celeremente num país de velhos. Até mesmo em Rondônia é possível constatar esse fenômeno, independente das pesquisas feitas sobre o assunto pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas, o IBGE. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a parcela da população com mais de 65 anos era de 10,5% em 2018, e pelas projeções do instituto, esse porcentual atingirá 15% em 2034 e chegará a 25,5% em 2060.

Na verdade essa situação não é uma grande novidade para aqueles que estudam o aumento da longevidade das pessoas. Começou pelos países mais desenvolvidos, sobretudo nórdicos e asiáticos, chegou aos países europeus, e agora atinge os chamados países em desenvolvimento, onde igualmente ocorreu queda nos índices de natalidade e uma série de fatores levaram ao aumento da longevidade de seus habitantes. A tendência de envelhecimento da população é forte. Hoje cada vez mais pessoas chega aos 70 anos, como o caso do autor dessa coluna, sem se sentir velho e senil.

No ano passado, por exemplo, o número de pessoas com mais de 60 anos no País era superior em 6 milhões ao de crianças com até 9 anos de idade. De acordo com a pesquisa, enquanto as crianças com idades entre 0 e 9 anos somavam 26,9 milhões, chegava a 32,9 milhões o número de idosos.

Um dado que precisa ser levado a sério por todos diz respeito a projeção feita para daqui a 15 anos. Está mais do que na hora desse tema entrar na pauta do planejamento municipal de cidades do tamanho de Porto Velho. Segundo um estudioso desse assunto nos meios acadêmicos em 2035 as pessoas com 60 anos ou mais deverão representar 23,27% da população total do município, superior à faixa de jovens entre 15 e 29 anos. Isso deixa claro a necessidade dos futuros governantes planejarem realizações voltadas para o atendimento desses “idosos” que, imagina-se ainda estarão com grande potencial produtivo e, claro, desejarão ter oportunidades para serem inseridos no mercado de trabalho.

O crescimento dos idosos em relação aos jovens continuará nos anos seguintes. E caberá aos municípios atender suas demandas, especialmente em áreas de saúde, de lazer e inserção social.

É muito bom para a nação que as pessoas tenham mais saúde, vivam mais, um padrão atingido há algum tempo pelos países mais desenvolvidos. Ocorre que para dar suporte a esse número de idosos, em sua grande maioria aposentados e fora do mercado de trabalho, é que o País e os municípios precisam se preparar para essa realidade.

De nada adianta termos uma população de idosos em crescimento se não conseguirmos oferecer um mínimo de conforto e vida digna para ela. Essa mudança no perfil da população brasileira, que um dia foi predominantemente jovem, exige atenção especial dos governantes em todos os níveis. Um estudo elaborado pela Secretaria do Tesouro Nacional no início deste ano projeta a necessidade de gastos adicionais de R$ 50,7 bilhões em saúde entre 2020 e 2027 somente com o envelhecimento da população, segundo o Relatório de Riscos Fiscais da União.

Para calcular o impacto do crescimento da população idosa nas despesas da área da saúde foram considerados os gastos com assistência farmacêutica, com programas semelhantes ao Farmácia Popular, e da atenção de média e alta complexidade, com atendimentos hospitalares e ambulatoriais. Atender o número crescente de idosos no País exige muito planejamento e investimentos.

Além do atendimento na área da saúde, que irá aumentar consideravelmente, será preciso investir em formação de profissionais para atender essa nova demanda, como geriatras, cuidadores, enfermeiros, entre outros. Sistemas de transportes públicos precisarão dar atenção ao aumento dos idosos em circulação pela cidade, assim como moradias.

Edifícios e condomínios planejados especialmente para pessoas mais velhas certamente terão boa aceitação no mercado. Também será preciso aumentar o número de casas de repouso públicas e privadas para atender uma demanda maior.

Estamos nos aproximando de uma nova campanha eleitoral, desta vez para a escolha de prefeitos e vereadores e temas relacionados aos idosos, políticas públicas para esse grande contingente populacional certamente não estarão entre as prioridades dos postulantes aos cargos eletivos. Candidatos muito raramente tocam no tema idosos, muito menos apresentam projetos consistentes para atender essa parcela cada vez maior da população.

Os idosos também são eleitores. Embora no Brasil o voto obrigatório é para pessoas entre 18 e 69 anos e facultativo a partir dos 16 anos e acima dos 70, muitos votam mesmo não tendo obrigação legal.

E dos mais de 133 milhões de eleitores com votos obrigatórios, 67 milhões têm entre 35 e 59 anos. Há muitos eleitores com mais de 70 anos que fazem questão de votar em todas as eleições. Tanto que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) destaca que temos ainda 65,5 mil eleitores com mais de 100 anos que cumprem regularmente o dever cívico e estão aptos para votar nas próximas eleições.

CRÒNICA.

Às vezes não me dou conta de como cheguei a isso de hoje. Não é que perdi o desejo pela leitura (e eu era daqueles que lia tudo, até o Almanaque do Capivarol), mantido até hoje. O que me falta são as condições de visão perfeita para viajar por linhas e linhas de letrinhas pequenas. E ai vem as reminiscências dos tempos em que parecia um rato de biblioteca, sempre ávido pelos seus títulos, não importando se romances, poesias, filosofia para ficar nos mais significativos. Li tudo que caiu em minhas mãos, do “Tratado da Velhice e da Amizade”, de Catão, aos romances mais importantes da literatura nacional e mundial. É, eu adorava ler até mesmo revistas em quadrinhos e novelas policiais. Acho que li todos os número editados do “X9”, da mesma maneira que li toda a saga de “Gisele a espiã nua que abalou Paris”.

Acabei adquirindo por esse modo de ser uma tara. Muito jovem passei a praticar uma degeneração, se levarmos em conta a minha pouca idade. Eu não me continha. Queria porque queria compartilhar meu desejo incontido. Tinha, como me lembro hoje, uma queda especial por gurias adolescentes embora não deixasse de pegar também pessoas de meia idade, negras e brancas, na armadilha de papel e tinta que deixava para aliciá-las.

Fiz isso por muito tempo, especialmente quando me tornei um jornalista de sucesso escrevendo (pasmem!) comentários literários. Foi uma época que recebia pacotes de livros (lançamentos) das editoras interessadas na minha opinião e na divulgação dos títulos. Era uma época em que ainda não tinha carro e usava o transporte coletivo – por sinal, de ótima qualidade – na cidade de Limeira. Engraçado: eu agia furtivamente. Assim num dia qualquer eu deixava um livro dentro de um ônibus, aleatoriamente, num assento vazio logo no início da viagem. Me dava prazer ver a reação de quem encontrava aquela preciosidade “esquecida” por mim no banco do ônibus. Sim, eu era reconhecidamente um voyeur.

O cara — ou a moça, o velho, seja lá quem fosse —, quando ia se sentar levava um susto, olhava pros lados, pra trás e pra frente, procurando o dono que certamente o tinha esquecido ali, mas o ônibus quase vazio indicava que o possível dono já tinha descido. Pegava o presente, sem saber que era um presente, começava a folhear e o resto era com ele ou ela. Eu guardava como troféu, pelo crime cometido, a imagem do rosto iluminado daquela vítima indefesa.

Fiquei viciado nesse prática por muito tempo. Até mesmo quando mudei de cidade e fui viver na Rua Sá Ferreira, no Rio de Janeiro arrumando uma namorada na Pavuna, onde ia pelo menos 4 vezes por semana de, claro, de ônibus mantive esse meu vício lascivo. Era um delicioso fetiche. Desse vez essa tara era mantida com a contribuição de Hugo Bidet, artista do cinema da rebolado, com quem dividi apartamento na Jangadeiros. Ele, um leitor inveterado, me repassava os livros que lia.

Mantive sempre essa minha obscenidade discretamente. E assim, claro, eu apenas sonhava com os resultados da prática do meu vício sem nunca saber do resultado dessa ação. Será que aqueles aliciados por mim teriam gostado do Augusto dos Anjos, do Machado de Assis, do Plínio Marcos, do Olavo Bilac, do Audálio Dantas?

O tempo inexoravelmente passou. Parei de dar pitacos nos lançamentos literários. As editoras também pararam de enviar suas generosas remessas. A coisa foi muito pior. Grandes editoras simplesmente desapareceu num enorme vendaval de falências culturais.

Enfim, eu também envelheci. Comprei meu primeiro carro, adquiri meu primeiro telefone, mudei várias vezes de cidade, abandonei o transporte urbano e me afastei do povaréu que continua, certamente, largado à própria sorte. E hoje, com a internet perdi o tesão de afundar-me na leitura de tramas contidas na mistura de papel e tinta. Mas vivo torcendo para que a minha transgressão da juventude esteja sendo praticada por outros tarados dispostos a compartilhar sua loucura por livros e leituras.

ELEIÇÕES

Porto Velho certamente vai ter nesse ano o maior número de candidatos a prefeito desde as eleições de 1988, quando seis concorrentes disputaram o Executivo. O número de pretendentes chegou a ultrapassar mais de 15. A principal dúvida é saber qual será o candidato que vai contar com o apoio do prefeito Hildon Chaves caso ele confirme que realmente não concorrerá à reeleição.

Estamos chegando a fase da realização das convenções partidárias responsáveis pela escolha final dos candidatos à disputa eleitoral de novembro. Então é natural que integrantes da mídia busquem opinar sobre os nomes do prováveis concorrentes com maior chance de chegar ao comando dos municípios. Esse exercício ganha mais relevância em relação à capital do estado, Porto Velho.

A coluna, entendendo que os leitores de hoje estão muito melhor informados sobre o segmento da política do que antes não vai fazer esse tipo de aposta por entender que os cenários do momento não são realistas. É verdade que o prefeito da capital dos rondonienses, Hildon Chaves, parece mesmo decidido a não concorrer à reeleição. Ele certamente seria o nome mais forte na disputa, mesmo com boa parte de seus críticos não acreditar nisso.

FORO ÍNTIMO

O prefeito tem deixado claro que sua decisão de não concorrer é lastreada na sua crença política contrária ao instituto da reeleição. Se isso se confirmar com um anúncio oficial, Hildon vai se transformar no principal cabo eleitoral da disputa exatamente pelo seu perfil de melhor prefeito que a cidade teve, galardão confirmado nesse reta de chegada com obras em todos os segmentos e com a solução dos pontos de estrangulamento social e econômico herdados das administrações anteriores. Quem acompanhou as gestões municipais de Porto Velho desde que Rondônia passou à condição de estado após anos como território federal acredita que está muito cedo para a despedida de Hildon da vida pública. Mas é preciso respeitar a decisão do prefeito lastreada em seu foro íntimo.

ESTÁVEL

Boa parte dos nomes especulados pela mídia aborígene como personagens que vão disputar a prefeitura de Porto Velho podem se classificas como carreiristas políticos, oportunistas, aventureiros ou mero paraquedistas. Apenas uns poucos nomes podem ser classificados como de políticos estáveis. Entre esses há quem no passado andou muito ligado com “a velha política” mas acha que agora escapa desse nódoa com truques fáceis, principalmente no velho conto de parlamentares e suas “verbas orçamentárias” para tudo.

Um dos pretendentes nessa corrida é Lindomar Garçom, político que sempre preferiu ficar do lado que a vaca deita. Tornou-se figura carimbada no cenário da política nacional como “papagaio de pirata” especializado em usar câmeras da redes de TV para aparecer momentos inusitados. Lindomar anda alardeando ter uma base de apoiadores enorme e estável entre os evangélicos, que são pelo menos um terço da população portovelhenses, Ele age como o político que não acredita que esse volume do eleitorado não exige do candidato um comprometimento com programas de efetiva execução e com a defesa de teses conservadoras.

EMPECILHO

Outro nome de destaque colocado na relação dos possíveis candidatos é do deputado Leo Moraes. Ele tem demonstrado ter condições de longa sobrevivência política. Saiu do mandato de vereador para o deputado estadual e hoje está é integrante da bancada federal rondoniense. É um político que praticamente não sofre críticas publicamente. Pode verdadeiramente desfrutar de uma popularidade positiva capaz de repetir sua performance na disputa onde, no passado, ficou em segundo lugar.

Para Leo o entrave maior está em saber como se desvencilhar da antiga deputada do MDB, Marinha Raupp, que se beneficiaria da vitória de Leo ganhando o passe de retorno a Brasília para ocupar novamente uma cadeira parlamentar. Hoje a rejeição do casal Raupp é enorme em Porto Velho, graças ao envolvimento de Raupp em processos abertos para punir corruptos. Ninguém quer ver novamente o nome Raupp na composição do Congresso.

VEREADORES

Pela primeira vez, candidatos ao cargo de vereador não poderão concorrer por meio de coligações. O fim das coligações na eleição proporcional foi aprovado pelo Congresso Nacional por meio da reforma eleitoral de 2017. Com isso, o candidato a uma cadeira na câmara municipal somente poderá participar do pleito em chapa única dentro do partido ao qual é filiado.

Na eleição proporcional, é o partido que recebe as vagas, e não o candidato. No caso, o eleitor escolhe um dos concorrentes apresentado por um partido. Estarão eleitos os que tenham obtido votos em número igual ou superior a 10% do Quociente Eleitoral (QE), tantos quantos o respectivo Quociente Partidário (QP) indicar, na ordem da votação nominal que cada um tenha recebido.

O QE é determinado pela divisão da quantidade de votos válidos apurados pelo número de vagas a preencher, desprezando-se a fração, se igual ou inferior a 0,5, ou arredondando-se para 1, se superior. A partir daí, analisa-se o QP, que é o resultado do número de votos válidos obtidos pelo partido dividido pelo QE. O saldo da conta corresponde ao número de cadeiras a serem ocupadas.

QUEDA

A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) apresentou a quinta retração consecutiva em agosto (-0,2%), permanecendo com a pontuação estável no comparativo mensal com 66,2 pontos em uma escala de zero a 200 pontos. Este é o pior índice para um mês de agosto desde o início da série histórica, em janeiro de 2010, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

QUEBRADEIRA

A crise de proporções inéditas enfrentada pelo varejo nos últimos meses levou o setor a registrar um saldo negativo de 135,2 mil lojas com vínculos empregatícios entre abril e junho deste ano. Os dados, da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). O estrago provocado pela pandemia de covid-19 foi de tal ordem que o saldo negativo no período superou a perda de estabelecimentos comerciais do ano de 2016 (-105,3 mil), até então a maior da série histórica, iniciada em 2005.  A quebradeira coincidiu com a edição de diversos decretos estaduais e municipais que restringiram total ou parcialmente a circulação de consumidores em estabelecimentos comerciais, por meio da implementação do isolamento social, e reduziram significativamente as vendas presenciais – historicamente, a principal modalidade de consumo por parte da população.

É DO BARALHO

Aqueles que odeiam o presidente Bolsonaro espalham que a sua crescente popularidade acontece por conta da alienação da população brasileira em relação ao que é estado de direito, democracia e instituições. Isso é uma grande enganação. É exatamente essa consciência de que a bandeira do Brasil não será vermelha e deve continuar verde amarela é que contribuí para o crescimento da popularidade de Jair Bolsonaro, especialmente pelas decisões cada vez mais estapafúrdias de magistrados nomeados pelo lulopetismo. Agora mesmo eles decidiram criar um fundo eleitoral, para vigorar em 2022, destinado aos candidatos negros. Ora, isso parece com uma confissão de racismo. E isso o povo vai repudiar sempre.

BRUZUNDANGAS

Exatamente para ver se o Brasil deixa de ser esse país das bruzundangas é que o nome de Jair Bolsonaro fica cada vez mais fortalecido para emplacar um segundo mandato. Ninguém aguenta mais essas intervenções de ministros predominantes do STF nomeados pelo lulopetismo, como a de anular uma condenação do então juiz Sergio Moro, no Banestado, preparando a anulação pelo mesmo juiz de condenação do ex-presidente petista.

O povo está sabendo e não concorda com a manobras feitas por Rodrigo Maia e David Alcolumbre na busca de apoio jurídico, do próprio STF, para uma reeleição completamente inconstitucional.

SEM CHUPETA

O povo está cada vez mais atento. E percebe cada vez mais que a campanha aberta contra Bolsonaro pelos arautos da mídia domesticada do passado acontece exatamente por este ter cortado as verbas milionárias de publicidade oficial que faziam a grandeza desses veículos, sem esforço, manifestações, informações, protestos, de pessoas e organizações ligadas aos setores do meio ambiente, cultural, educacional, artístico e outros, até então sempre dominados pela esquerda e sustentados com verbas públicas. Esse pessoal todo que nunca se preocupou com a avalanche da corrupção dos tempos petistas perderam as tetas e sem chupeta passaram a chorar copiosamente.

PANDEMIA E TRAIDORES

Até para os mais humildes que engoliram tantas lorotas oficiais sobre a questão da pandemia, ficou claro que houve uma profunda manipulação da mesma, em favor de governantes e políticos de oposição, com apoio da mídia dependente, para benefício político e de ataque ao tesouro, com corrupção desenfreada, buscando desgastar e contrariar o presidente da República.

Também hoje salta aos olhos, e nem é preciso nominar, uma extensa lista de pessoas que se elegeram na esteira da onda pró-Bolsonaro, para derrotar o lulopetismo e satélites (e só por isso se elegeram) que, da mesma forma, contrariados em seus objetivos pessoais ou vislumbrando oportunidades egoístas de satisfação do próprio ego, mudaram de lado, para engrossar o chiado dos derrotados como se não fossem traidores, mas os traídos. As urnas dirão mais à frente quem foi quem.

APOIO

Uma fonte bem informada garantiu que o presidente Bolsonaro poderá vir à Rondônia para apoiar candidatos aliados de parlamentares da base bolsonarista. É claro que nesses palanques irão surgir os movimentos pró Bolsonaro com vistas a 2022.

BURRICE

Se o MDB rondoniense melou de vez a candidatura do ex-presidente da Justiça rondoniense para a disputa de prefeito, preferindo garantir o nome do ex-secretário da Saúde, Williames Pimentel, acabou passando um enorme atestado de burrice. Se nem quando tinha o MDB no poder, com o apoio de todos os seus caciques Pimentel não conseguiu decolar na disputa não será agora que vai conseguir. O cenário é completamente outro. Isso sem levar em conta que o nome do ungido do MDB ficou contaminado na Justiça. Os emedebistas emburreceram?

AUTOR: GESSI TABORDA –  COLUNA EM LINHAS GERAIS

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