Cidades

Hildon Chaves explica que nas avenidas movimentadas é mais barato recapear do que tapar buracos

Para obter uma economia significativa nos custos totais de infraestrutura urbana e garantir a vida útil do asfalto das principais vias de Porto Velho, o prefeito Hildon Chaves (PSDB), que concorre à reeleição, optou por trabalhar com o recapeamento das ruas onde o tráfego de veículos é intenso, em vez de seguir fazendo as tradicionais operações de tapa-buraco.

Segundo Hildon Chaves, grande parte das ruas do município não suportava mais operações tapa-buraco, principalmente as vias com grande fluxo de veículos, pois a estrutura era antiga, desgastadas e com várias rachaduras. Ele adiantou que a mesma situação foi verificada em outras prefeituras, como na de Porto Alegre.

Na capital do Rio Grande do Sul a prefeitura constatou que o metro quadrado de buracos tapados em 2016 custou em média R$ 57,30. Em 2017 o município gastou R$ 56,66 por metro quadrado, em média, com o recapeamento das ruas movimentadas.

“A operação tapa-buraco é uma forma de manter o revestimento de um pavimento em boas condições para garantir segurança aos motoristas, contudo a durabilidade é muito pequena quando o fluxo de veículos é alto. A relação custo-benefício, comparativamente, entre o tapa-buracos e recapeamento, em muitos casos deixou evidente a inviabilidade da operação”, esclareceu.

Hildon Chaves explicou que o custo da operação tapa-buraco acaba sendo muito alto em ruas movimentadas porque a prefeitura precisa voltar ao mesmo local em um curto espaço de tempo. “Constatamos que esses gastos repetidos poderiam ser substituídos por uma restauração total e definitiva do revestimento. Verificamos que essa medida também está sendo adotada em outros estados e a economia é comprovada. Imagine o custo de levar toda uma estrutura mais de uma vez à mesma rua”, detalhou.

Dessa forma, de acordo com Hildon Chaves, ao contrário do que dizem pessoas que não examinaram esse problema com maior cuidado, a prefeitura não está asfaltando ruas sem necessidade.

“As ruas que já tinham asfalto estão sendo recapeadas para garantir sua vida útil e com isso evitar gastos desnecessários futuramente. O valor do serviço de recapeamento no final das contas é muito menor do que o tapa-buraco, pois é algo definitivo e não paliativo”, especificou.

Por fim, Hildon Chaves afirmou que a operação tapa-buraco está sendo desenvolvida somente nos pontos onde o tráfego de veículos é menor. “Em casos assim a durabilidade desse trabalho também é comprovada”, finalizou.

FONTE: ASSESSORIA

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