Quatro em cada dez varejistas acreditam em vendas melhores no final de ano – Por Silvio Persivo

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Atualizado: dezembro 6, 2018

Muito menos ainda das caras. “Honestidade é um presente muito caro. Não espere isso de pessoas baratas” (Warren Buffett).

PRIMEIRO FÓRUM ESTADUAL DE SEGURANÇA PÚBLICA

Começou ontem, quarta-feira (5) o I Fórum Estadual de Segurança Pública, com o tema “Construindo Políticas Públicas em Rondônia. O evento se estende até esta quinta (6), no auditório da Faculdade Uniron do Porto Velho Shopping. Segundo o secretário de Segurança, Ronimar Vargas Jobim, o fórum nasceu da necessidade de debater temas que estimulem o desenvolvimento do conhecimento científico voltado para a segurança. O primeiro palestrante foi o ministro da Defesa, Joaquim Silva e Luna, falando sobre a segurança de fronteira e os conhecimentos de técnicos necessários para estratégia. Segundo Joaquim, o principal ponto é a estratégia de cooperação com os países vizinhos, como a Colômbia, Peru, Bolívia, Paraguai, Argentina e Chile. “Estamos num país globalizado, interconectado e interdependente. Temos que trabalhar com isso”. O Fórum tem como principal motivação a troca de experiências para melhorar a segurança pública estadual.

SEBRAE DO AMAZONAS INCENTIVA NEGÓCIOS COLABORATIVOS

O Sebrae do Amazonas inaugurou, no mês passado, o SebraeLab, um coworking inovador para empreendedores e startups, integrado à sua sede  em Manaus. O ambiente, que possui estruturas modernas, sistemas de comunicação online e vários serviços de atendimento e de suporte aos empreendedores em fase de idealização, montagem, validação ou consolidação de empresas de base inovadora, seja no universo online ou off-line, é um espaço colaborativo no qual a entidade é pioneira na Amazônia. Segundo Vanusa Abinader, analista técnica do Sebrae, “Criamos, inclusive, uma entrada independente, para que o espaço se destaque na fachada do prédio, mas, também porque estará aberto diariamente, de segunda a sexta-feira, das 8h às 22h. Mas, só pode entrar quem tiver feito um agendamento prévio pelo telefone 0800 570 0800”. A ampla sala foi preparada para receber vários tipos de reuniões com divisórias que podem ser configuradas de acordo com a quantidade ou a necessidade das pessoas. Mesas, cadeiras e estofados ocupam toda a área. Três aquários acústicos servem para se fazer ou receber ligações telefônicas sem que o usuário seja ouvido ou interfira em outras reuniões que estejam ocorrendo. De acordo com Denyz Cruz, também analista técnico do Sebrae, “Estamos oferecendo toda uma estrutura de coworking, ou seja, um ambiente totalmente propício para atendimento dessa nova geração mais jovem de empreendedores, sem esquecer que estamos preparados para atender qualquer perfil de atual ou futuro candidato a empresário”. Apesar de existirem espaços semelhantes, em Manaus, o grande diferencial é que todos os serviços e atendimentos oferecidos pelo Sebrae são gratuitos, além da interação entre as startups, mudanças de sistemas analógicos para digitais e prospecção de novos negócios. É, na verdade, um espaço para estimular a criação, desenvolvimento e conexão de negócios inovadores

CESTA BÁSICA FICA MAIS CARA NA MAIORIA DAS CAPITAIS BRASILEIRAS

O preço dos alimentos da cesta básica aumentou em 16 das 18 capitais brasileiras segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos ( Dieese). As altas maiores foram em Belo Horizonte (7,81%), São Luís (6,44%), Campo Grande (6,05%) e São Paulo (5,68%). Houve queda em Vitória (-2,65%) e Salvador (-0,26%). A cesta mais cara foi a de São Paulo (R$ 471,37), seguida pela de Porto Alegre (R$ 463,09), Rio de Janeiro (R$ 460,24) e Florianópolis (R$ 454,87). Os menores valores médios foram observados em Salvador (R$ 330,17) e Natal (R$ 332,21). Durante o ano de 2018, todas as capitais acumularam alta, com destaque para Campo Grande (14,89%), Brasília (13,44%) e Fortaleza (12,03%).De outubro a novembro deste ano, os alimentos que apresentaram alta na maior parte das capitais pesquisadas foram tomate, batata, óleo de soja, pão francês e carne bovina de primeira. Já o leite integral teve queda de preços em 16 capitais.

RELATÓRIO DA WRI QUER MEXER NO SEU CHURRASCO

Um relatório do Instituto de Recursos Mundiais (WRI) afirma que cerca de 2 bilhões de pessoas nos países do mundo que consumem grandes quantidades de carne-que, além do Brasil, incluem Rússia e Estados Unidos- precisam cortar seu consumo em 40% em relação ao ano de 2010. O WRI analisou especificamente o consumo de carne de ruminantes, que além da bovina, inclui a de ovinos e caprinos. O estudo indica que o consumo ideal seria 1,5 vez por semana, em média, e destaca que  metade da população mundial ingere mais proteína do que o necessário. A redução recomendada é menor que a indicada em estudos anteriores, porém, considerada realista pelos autores do estudo, que preveem que o mundo precisará de 50% mais alimentos em 2050 para nutrir uma população mundial estipulada em 10 bilhões de habitantes, 3 bilhões a mais do que hoje. Ao mesmo tempo, para conter as mudanças climáticas, as emissões de gases do efeito estufa na agricultura precisarão diminuir em dois terços. Isto significa que o Brasil o maior consumidor deste tipo de alimento no mundo, com um consumo de 140 calorias de carne por pessoa diariamente, segundo o estudo, precisaria reduzir drasticamente o seu consumo  para conter as mudanças climáticas, de vez que as emissões de gases do efeito estufa na agricultura precisarão diminuir em dois terços.

QUATRO EM CADA DEZ VAREJISTAS ACREDITAM EM VENDAS MELHORES NO FINAL DO ANO

Uma pesquisa feita com empresários do setor das  capitais brasileiras pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revela que, para quatro em cada 10 comerciantes (43%), as vendas no período devem ser melhores na comparação com o ano passado. Além desses, 32% dos empresários acreditam que as vendas se manterão no mesmo patamar e apenas 9% esperam um desempenho pior – uma queda de 12% em relação a 2017. O número dos que não souberam responder cresceu 15%. Na avaliação do presidente da CNDL, José César da Costa, há sinais claros de retomada na confiança do empresariado brasileiro, que já enxerga um fim de ano bastante promissor. A pesquisa mostra ainda que pouco menos da metade (46%) dos entrevistados se prepararam ou pretendem preparar a empresa para o Natal – um aumento de 10% em relação a 2017. Por outro lado, 44% afirmam não ter um plano especial para o seu comércio no fim de ano. Entre os que se planejaram para o Natal e Ano Novo, as principais estratégias mencionadas são ampliação do estoque (50%), diversificação de produtos e serviços (34%) e investimento na infraestrutura da empresa (20%).

AUTOR: SÍLVIO PERSIVO –  COLUNISTA TEIA DIGITAL

PROFESSOR, JORNALISTA E ECONOMISTA

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