Teia Digital

Produção industrial cresce 8,9% em Junho – Por Silvio Persivo

Pode sorrir, afinal nem um bom ator você é. “Existem duas maneiras de ser feliz nesta vida, uma é fazer-se de idiota e a outra sê-lo” (Sigmund Freud). 

ELEIÇÃO DO NOVO REITOR DA UNIR

Acontece nesta quinta-feira (06) na Fundação Universidade Federal em Rondônia-UNIR, a  nossa principal instituição de ensino superior,  a eleição  para escolher um novo reitor,  que irá substituir o atual, Ari Teixeira Ott, no próximo mandato. São cinco professores disputando o cargo, quatro homens, Claudio Luiz do Amaral Santini, Delson Fernando, José Ferrari e Marcelo Vergotti, atual vice-reitor da instituição, e apenas uma mulher, Marcele Regina Nogueira Pereira. Como a UNIR, com a pandemia, se encontra sem as aulas presenciais o movimento dos candidatos tem sido feito via redes sociais e debates. 

CORTEJO DO EMPRESÁRIO JOSÉ SÁLVIO COELHO

No último domingo (02), a morte do empresário José Sálvio Coelho, mais conhecido como fundador da casa de utilidades domésticas Toca do Coelho, ocorrida no Rio de Janeiro, enlutou as classes produtivas locais, por se tratar de um empresário pioneiro do comércio e pai do presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac, Raniery Araujo Coelho. A família, em nota informa que o corpo do empresário, José Sálvio, chegará em Porto Velho neste sábado (08) às 13h, no Aeroporto Jorge Teixeira, de onde seguirá em cortejo fúnebre para o Cemitério Recanto da Paz, localizado na BR-364, em frente ao Campus UNIR. Quem quiser prestar sua última homenagem deverá participar apenas do cortejo, pois, em virtude do decreto estadual de calamidade pública, que limita a presença de pessoas no cemitério, será permitida apenas a participação de seus familiares durante o sepultamento.

DESABASTECIMENTO PODE DIMINUIR VENDAS DO DIA DOS PAIS EM MANAUS

Em Manaus uma polêmica se trava em torno do Dia dos Pais. É que a previsão de crescimento de, no mínimo, 5% de vendas está sendo posta em dúvida por um motivo inusitado: desabastecimento. Mas, há empresários que dizem que a escassez de produtos é setorial e apenas de artigos típicos para a data comemorativa. Outros avaliam que o problema é mais difuso, atingindo uma gama maior de produtos que vão além do foco atual no calendário. O que todos concordam é que se deve a pandemia e aos problemas de logística da região, porém, uma parte pensa que o problema será resolvido no curto prazo. Mas, quase todos pensam, como o presidente da FCDL-AM (Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Amazonas), Ezra Azury, que o problema de desabastecimento pode comprometer as metas do setor para o Dia dos Pais. Para o dirigente, a escassez de produtos se dá em alguns modelos de confecções e calcados, um segmento com as maiores intenções de compra para o período. A verdade é que o desabastecimento é uma realidade e a causa mais apontada é a de que, como o Estado do Amazonas depende de fornecedores do Nordeste e  do Sudeste, com a pandemia, que reduziu as escalas de voos e de navios, houve uma queda também no volume de cargas nos últimos meses. 

PRODUÇÃO INDUSTRIAL CRESCE 8,9% EM JUNHO

Segundo a Pesquisa Industrial Mensal, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a produção industrial brasileira cresceu 8,9%, em junho, na comparação com maio. Esta é a segunda alta consecutiva do indicador, que havia registrado uma expansão de 8,2% em maio. Foi também foi a maior taxa de crescimento desde junho de 2018 (12,5%). Mas, mesmo assim, a indústria brasileira não conseguiu ainda recuperar as perdas sofridas em março e abril, causadas pela covid-19, quando o setor caiu 26,6%. E, quando se compara com  a produção do mesmo mês do ano passado há uma queda de 9%. Houve ainda recuos de 10,9% no acumulado do ano e de 5,6% no acumulado de 12 meses. A alta de 8,9% na passagem de maio para junho foi puxada por 24 das 26 atividades industriais pesquisadas, em especial pela produção de veículos automotores, reboques e carrocerias, que teve um crescimento de 70% no mês.

Segundo pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), das 2,8 milhões de empresas em funcionamento no país na segunda quinzena de junho, 62,4% disseram ter sido afetadas negativamente pela crise do novo coronavírus. O impacto é maior entre empresas de pequeno porte (com até 49 funcionários), o maior contingente da amostra. Nesse grupo, 62,7% dos negócios perceberam efeitos negativos.

SEIS EM CADA DEZ PEQUENAS EMPRESAS TEM QUEDA DE VENDAS EM JUNHO COM A PANDEMIA 

Mesmo com as medidas de relaxamento da pandemia, afora a alta mortalidade, metade das empresas em atividade (50,7%) teve uma queda nas vendas ou redução nos serviços prestados na 2ª quinzena de junho. A queda nas vendas atingiu  51% das empresas de pequeno porte. Os serviços e o comércio são os mais afetados, com 65,5% de um total de 1,2 milhão de empresas do setor de serviços, em especial os prestados às famílias. No comércio, 64,1% entre 1,1 milhão de empresas foram afetadas, com maior percepção de reflexos negativos no segmento de veículos, peças e motocicletas (74,9%).

CRESCE, EM JULHO, O NÚMERO DE DESOCUPADOS NO BRASIL 

A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Covid-19 (Pnad Covid-19)estima em 81,1 milhões de pessoas a população ocupada do país na segunda semana de julho, enquanto nos sete dias anteriores foi de 81,8 milhões, uma queda relacionada à primeira semana da pesquisa, na primeira semana de maio, onde haviam  83,9 milhões de pessoas ocupadas. O nível de ocupação alcançou 47,6%. Para o IBGE há estabilidade l na comparação com a semana anterior (48,1%), mas recuo em relação à semana de 3 a 9 de maio (49,4%). A proximidade da taxa de informalidade chegou a 34%, também uma estabilidade frente à semana anterior (34,2%) e de queda comparada à semana entre 3 a 9 de maio (35,7%). A taxa de pessoas desocupadas no Brasil é de 13,1% da população, com um total de 12,2 milhões de pessoas sem trabalho. O número fica acima da taxa de 12,3% da semana anterior (11,5 milhões) e da primeira semana de maio, que registrou 10,5% da população desocupada.

“As ideias expressas pelo comentarista não refletem necessariamente a opinião do jornal”.

 

AUTOR: SILVIO PERSIVO  – COLUNA TEIA DIGITAL

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