2º Edição de Porto Velho capital da navegação – Por Sílvio Persivo

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Atualizado: outubro 28, 2019

Discutam com ele. Eu não sei de nada. “Para quem tem dinheiro não existe trânsito em julgado. O processo prescreve e não se fala mais nisso. Sairia mais barato para a sociedade nem começar o processo” (Júlio Marcelo de Oliveira).

2ª EDIÇÃO DE PORTO VELHO CAPITAL DA NAVEGAÇÃO

A FENAVEGA-Federação Nacional das Empresas de Navegação Aquaviária e seus sindicatos afiliados em conjunto com a SOHP-Sociedade de Hidrovias e Portos do Estado de Rondônia promovem, no dia 06 de novembro de 2019, no Auditório da OAB/RO, Rua Paulo Leal, 1232-1330, às 14:00 horas, a 2ª Edição do movimento Capital da Navegação. A proposta é a de promover o protagonismo nos estados da navegação e a discussão e a adoção de medidas para o setor. O evento tem o apoio da Enfine-Assessoria e Consultoria. Maiores informações e/ou inscrições podem ser feitas pelos telefones (69) 3229-1091; 98146-5000 e 99993-1302 ou pelos e-mails: [email protected] e [email protected]

NA COMEMORAÇÃO DE 33 ANOS DETRAN HOMENAGEIA PERSONALIDADES DE SUA HISTÓRIA 

Para comemorar os seus 33 anos de criação, o Departamento Estadual de Trânsito (Detran) Rondônia resolveu reconhecer os serviços prestados ao órgão por personalidades, servidores ou não,  à causa da segurança do trânsito, mobilidade humana, sustentabilidade ambiental ou na defesa da vida, nas diversas modalidades. O diretor geral do Detran, coronel Neil Aldrin Faria Gonzaga disse que o evento de outorga de 50 medalhas, divididas em cinco modalidades é um reconhecimento por parte do Detran aos servidores, autoridades e pessoas da sociedade que contribuíram de forma significativa com a segurança dos usuários no trânsito. “É um reconhecimento que o Detran fez e continuará fazendo para com os servidores, autoridades e sociedade, afinal o trânsito é formado por pessoas e todos nós somos responsáveis”, ressaltou o coronel Gonzaga. O evento de concessão de medalhas ocorreu na quinta-feira (24) no auditório do Tribunal Regional Federal de Rondônia, em Porto Velho e contou com a presença de servidores da capital e do interior e de autoridades. A programação contou com um bate papo entre os servidores mais antigos do Detran, que fizeram um resgate dos principais acontecimentos nesses 33 anos de existência do órgão.  Participaram do bate papo o procurador do Detran, Claudino Sergio de Alencar Ribeiro, os servidores, Edvar José Modesto, Maria Aparecida Izidoro dos Santos, José Costa Campos e tantos outros que se alternaram numa conversa gostosa resgatando a história do Detran. O mediador Welton Roney, que é diretor de Fiscalização, disse que foi um privilégio ter mediado a conversa e saber de fatos ocorridos há 20, 30 anos. “É um resgate muito interessante da história do Detran”, afirmou.

POLO ELETROELETRÔNICO SE DIVIDE SOBRE OS RESULTADOS DE 2019

Os fabricantes de eletroeletrônicos do PIM estão divididos sobre os resultados de 2019. É que, enquanto a linha de áudio e vídeo, eletroportáteis e linha branca devem chegar ao fim do ano com 5% a 10% de alta, com destaque para os condicionadores de ar, estão otimistas, a majoritária linha marrom perdeu posições para a branca. Itens tradicionais tiveram uma baixa significativa, como é o caso dos televisores com tela LCD, que tiveram fabricação menor (-1,93% e 6.410.879 unidades) na mesma comparação, assim como receptores de sinal de TV (-9,86% e 2.477.033). É preciso verificar, no entanto, que no ano passado foi ano de Copa do Mundo, quando aumentam fortemente a venda de televisores. De qualquer forma a estimativa é da Eletros (Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos) é que vão fechar 2019 com, pelo menos, um empate na produção e vendas de TVs em relação aos resultados do ano passado.  Melhor sorte teve a divisão de bens de informática do polo eletroeletrônico, que conseguiu avançar em dólares, ao contabilizar US$ 2.77 bilhões no acumulado dos seis meses iniciais de 2019, 8,23% a mais do que o apresentado em igual intervalo de 2018 (US$ 2.56 bilhões). Em reais, o resultado foi mais expressivo (+20,10%), com R$ 10,65 bilhões (2019) contra R$ 8,87 bilhões (2018). O balanço positivo nas vendas não se refletiu nos índices de produção, que apresentaram retração nos bens de informática mais importantes do PIM. O maior tombo foi sentido na linha de microcomputadores portáteis, que entregou apenas 196.977 unidades no semestre, 50,91% a menos do que em igual período de 2018 (401.229). Celulares (-6,66% e 6.858.469) e tablets (-35,06% e 199.897) também amargaram quedas.

BRASIL PIORA 15 POSIÇÕES EM RANKING DE AMBIENTE DE NEGÓCIOS 

O Brasil caiu 15 posições no Doing Business 2020, ranking do Banco Mundial que analisa o ambiente de negócios. Entre 190 economias, o país foi da 109º para 124º colocação, aproximando-se da posição que ocupou durante 2017 e 2018, depois de ter melhorado em 2019. Nações como México (60º), Índia (63º) e África do Sul (84º) estão à nossa frente. Os dados são relativos ao mês de maio de 2019 e apontam  dois pontos como avanços importante neste quesito de abertura de empresas em relação a 2018. O primeiro deles foi a facilitação dos processos de registro de empresas e, o segundo, a redução do custo do certificado digital. O grande problema permanece sendo o  pilar pagamento de tributos, onde o Brasil manteve-se entre os 10 piores países do mundo, ocupando o 184º lugar. A nossa classificação permanece a mesma nos indicadores “número de pagamentos por ano”, “carga sobre o lucro” e “índice de pós declaração”, com exceção do número de horas gastas para o pagamento de tributos, que caiu por volta de 25%, de 1.958 (2018) para 1.500 horas (2019). O relatório não traz explicações para esta redução. Uma análise por base de tributação (consumo, renda e folha) revela que todas sofreram uma redução similar, por volta de 25%.

SÓ 25 DOS JOVENS REALIZAM CONTROLE FINANCEIRO 

Segundo a Agência Brasil, uma pesquisa do SPC Brasil mostra que 47% das pessoas da Geração Z, os que de 18 a 25 anos, não fazem controle de seus gastos. A SPC Brasil é uma empresa vinculada à Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) que processa e armazena as operações de crédito realizadas pelas empresas no país. As justificativas para a falta de controle das finanças vão de não saber fazer (19%) à preguiça (18%), falta de hábito ou disciplina (18%) e não ter rendimentos (16%). Os dados revelam um endividamento recorde dos mais jovens, diz a economista-chefe do SPC Brasil Marcela Kawauti. Para ela,  “As principais dívidas são as tradicionais, e o cartão de crédito ainda é muito presente. Vale lembrar que, nessa fase da vida, o cartão de crédito provavelmente é usado para pagamento de contas do dia a dia, e não de contas básicas”, destaca. “Então, esse jovem também se endivida com coisas que ele não deveria pagar a prazo, e sim à vista.”

AUTOR: SÍLVIO PERSIVO –  COLUNISTA TEIA DIGITAL

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