Cassol destaca importância de integração de dados para avanço da agricultura

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Atualizado: maio 16, 2018

A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) discutiu nesta terça-feira (15) a importância das estatísticas rurais e da integração dos registros administrativos para o planejamento e a avaliação de políticas agrícolas e de desenvolvimento rural.

O presidente da Comissão, senador Ivo Cassol (Progressistas-RO) lembrou que várias instituições públicas são responsáveis por coletar dados do setor agropecuário, como é o caso do IBGE, do Banco Central, do Serviço Florestal Brasileiro (SFB), do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e da Receita Federal. O senador alertou que a dificuldade de integração dessas informações acaba dificultando o progresso da agricultura e até mesmo a avaliação da produtividade. Na análise de Cassol, com dados dispersos e sem a integração dos sistemas fica difícil inclusive aprimorar as soluções tecnológicas para garantir uma safra com maior produtividade e menor custo. “O que precisamos é que o governo federal e seus ministérios consigam falar a mesma língua. Esses dados devem ser colocados no sistema para acesso a todos. O que nós temos hoje são muitos dados isolados, por mais que o ministério da Agricultura se desdobre para poder renovar, nós precisamos que os demais também se conectem para que a gente possa ter tudo na mão. São dados preciosos para que se possa fazer análise de qualquer projeto futuro. Sem integração quem sai prejudicado é a própria população”, explicou Cassol.

Preservação

O senador Ivo Cassol também negou que o Brasil tenha uma postura de irresponsabilidade ambiental. Ele denunciou que existe interesses internacionais de impedir o avanço da produtividade agrícola brasileira. “Temos falsos ambientalistas, que se aproveitam da situação e estão aí ganhando de algum lugar. Se tem um país que faz o dever de casa é o nosso e ao mesmo tempo a nossa preservação a nível nacional e mundial, comparado com outros países, é diferenciado. A exemplo da Noruega que tem cerca de 70% desmatado, aqui nós temos 7% ou 8% para a agricultura. O que os outros países fazem na verdade é pagar esses falsos ambientalistas para ficar de uma maneira ou de outra tentando inviabilizar a nossa produção, o nosso crescimento para que a gente não possa concorrer com eles lá fora”, finalizou o senador.

FONTE: ASSESSORIA

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