Policial

PRF em Rondônia encerra “Operação Tupã” dando prejuízo ao narcotráfico e ao crime ambiental

Realizado entre os dias 30 de abril e 2 de maio, o trabalho ostensivo e orientado por informações de inteligência da operação buscou incrementar o enfrentamento qualificado à criminalidade e aumentar da percepção de segurança nas rodovias

Ações por todo o país

As atividades de combate à criminalidade orientadas por de inteligência da “Operação Tupã”, encerrada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) neste sábado (02), frustraram ações criminosas em todo o país. Realizada entre os dias 30 de abril e 2 de maio, a operação foi marcada pelo registro de mais de 10,7 toneladas de maconha e 86 veículos recuperados. 514 pessoas foram detidas por diversos crimes.

Nos três dias de reorientação do policiamento, cerca de 7,5 mil policiais rodoviários federais e mais de 850 viaturas foram mobilizados para a operacionalização da Tupã em mais de 598 pontos de fiscalização nas BRs de todo o país.

Resultados em Rondônia

No estado, durante as ações, apesar da redução no número de veículos em circulação, a ostensividade das equipes registrou fiscalização de 784 pessoas e 566 veículos.

As ações resultaram, entre o dia 30 de abril e 2 de maio, em 64 pessoas detidas por diversos crimes, 1500% a mais se comparado ao mesmo período do ano passado, o que equivale à 21 pessoas sendo presas por dia. Destaque para o número de madeiras apreendidas pelo transporte ilegal, foram 218,59 metros cúbicos. Ainda, cerca de 650 gramas de maconha,  2,5 quilos de cocaína e 5 armas de fogo foram retirados de circulação, além de 1 veículo recuperado.

Uma ocorrência chamou  a atenção pela peculiaridade. Foram apreendidos 1.590 pedras de diamante em Vilhena na tarde dessa sexta-feira (01). Veja a matéria aqui.

Sobre a operação

A Operação Tupã teve como objetivo incrementar o enfrentamento qualificado à criminalidade e aumentar a percepção de segurança nas rodovias. A denominação Tupã, que na língua tupi-guarani significa trovão, refletiu bem a forma de atuação dos policiais empregados na operação, que teve como característica a ostensividade e abordagens mais assertivas, fruto do processo de reorientação da atividade de policiamento, que passou a ser orientada por inteligência.

FONTE:  ASCOM PRF

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