Operação Águia prende sete suspeitos com armas, 800 munições e dinheiro em RO

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Atualizado: setembro 19, 2017

Ação das Polícias Civil e Militar aconteceu na Zona Rural de Nova Mamoré. Quatro armas, cerca de 800 munições e quase R$ 18 mil foram apreendidos.

 As Polícias Civil e Militar (PM) deflagraram neste último final de semana a “Operação Águia” na Zona Rural de Nova Mamoré (RO), cidade distante a 300 quilômetros de Porto Velho. A ação conjunta dos policiais resultou na prisão de sete pessoas, além de quatro armas de fogo, cerca de 800 munições de diversos calibres e aproximadamente R$ 18 mil em dinheiro e também em cheques de dois bancos diferentes.

De acordo com a Polícia Civil, a operação aconteceu nas Linhas 3 e 4 do Ribeirão e contou com a participação de policiais de Nova Mamoré e também de Guajará-Mirim (RO), cidade vizinha situada a 40 quilômetros.

A Operação Águia teve início com base em várias denúncias de moradores da região de que homens armados estariam intimidando a comunidade e movimentando um comércio clandestino no local.

Ainda de acordo com a Polícia Civil, foram cumpridos vários mandados da Justiça de busca e apreensão nas residências dos investigados. Durante as buscas foram apreendidas uma grande quantia em dinheiro, munições de vários calibres e quatro armas, sendo três revólveres calibre 38 e uma espingarda.

Todos os suspeitos receberam voz de prisão e foram conduzidos para a Delegacia de Polícia Civil. Em ,todos os conduzidos alegaram que as armas eram apenas para defesa pessoal e que não têm nenhum envolvimento com ações criminosas na região.

O delegado responsável pelo caso Iury Brasileiro declarou ao G1 por telefone nesta segunda-feira (18) que dos sete presos, cinco foram autuados em flagrante, sendo que quatro por porte ilegal de arma de fogo de uso permitido e um por comercialização de munições, já os outros dois foram ouvidos e liberados por falta de provas.

Dos cinco homens presos em flagrante, quatro pagaram fiança e irão responder o processo em liberdade, já o suspeito de comercialização de munições não teve fiança arbitrada e foi encaminhado para o presídio masculino, onde está à disposição do Poder Judiciário.

Fonte: G1

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