PC de MT prende assassino de advogado Sidnei Soteli em Cacoal, morto com 14 tiros

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Atualizado: agosto 21, 2019

Uma operação conjunta das Polícias Civis de Mato Grosso e Rondônia prendeu um homem investigado por integrar um grupo criminoso envolvido em crimes de homicídios no estado de Rondônia.

O suspeito Rogério Favarato, 48 anos, teve a prisão preventiva cumprida na cidade de Comodoro (644 km a Oeste), em ação integrada com a Delegacia de Polícia Civil de Cacoal (RO).

A prisão foi efetuada nesta terça-feira (20). O suspeito era morador de Cacoal, mas estava escondido há cerca de 2 meses na região de Comodoro, com a mulher e duas crianças. Ele é acusado de assassinar a tiros o advogado Sidnei Sotele, que era procurador da Câmara dos Vereadores de Cacoal (RO).

Em Rondônia, Rogério Favarato  também é investigado em outros dois assassinatos, tendo como vítimas: Antônio Franciele Pivetta, ocorrido em 11 de abril de 2019, e Sérgio Gomes Araújo, morto em 15 de abril de 2019,cujo  o corpo foi encontrado parcialmente carbonizado em 16 de abril, na zona rural de Castalheiras (RO).

“Ele é considerado em Cacoal pessoa de alta periculosidade em razão dos crimes que Já praticou, na sua maioria homicídio”, disse o delegado Gilson Silveira, titular da Delegacia de Comodoro.

Morte gravada

A execução de Sotele foi registrada por câmeras de seguranças. No início da gravação é possível ver o procurador saindo de dentro da Câmara de Vereadores, acompanhado de Gideão Francisco e de um terceiro homem.

Quando Sotele está de frente para a porta do carro dele, um veículo branco estaciona no meio da rua e dois homens descem armados e correm na direção do procurador.

Ele ainda tenta fugir, mas é cercado pelos dois suspeitos, que o atingem com vários disparos de pistola calibre .40. Sotele então cai no gramado em frente à Câmara. No momento em que ia fugir do local, um dos suspeitos retorna e atira mais vezes contra Sidnei. Só depois que a dupla entra no carro e foge.

No momento do ataque, Gideão Francisco também foi atingido por um tiro. Ao G1, a delegada Erica Demarchi diz acreditar que Gideão não era o alvo e só foi atingido por estar na linha de tiro. O vídeo divulgado poderá ajudar a Polícia Civil na investigação e identificação dos suspeitos.

FONTE: FOLHA MAX

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