Jornalistas que não falam bem de Marcos Rocha são impedidos de participar da solenidade dos 100 dias do Governo

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Atualizado: abril 15, 2019

Desde que assumiu a SUGESP, Junior Gonçalves, que antes de ser nomeado para o Governo estava à frente do falido grupo de supermercados Gonçalves, que foi à bancarrota, tem se dedicado a usar o cargo público para tentar fazer com os sites independentes o mesmo o que aconteceu com as empresas de seu pai. Mas está perdendo tempo

O jornalista Gomes Oliveira, da Folha Rondoniense, foi impedido de ter acesso ao local onde estava sendo realizada a solenidade em que o governador coronel Marcos Rocha (PSL) reuniu a imprensa amiga, o secretariado e convidados para prestar contas de seus 100 dias de Governo e, supostamente,  anunciar projetos, na manhã desta segunda-feira, 15, no Centro Político Administrativo (CPA).

Todos os jornalistas de veículos de comunicação considerados críticos ao Governo Marcos Rocha foram impedidos de ir ao evento.

Os  responsáveis  pelo corte foram  Junior Gonçalves, filho do falido empresário José Gonçalves, e o jornalista Lenilson Guedes, diretor do Departamento de Comunicação do Governo.

Eles elaboraram uma lista onde só colocaram nomes de jornalistas de veículos de comunicação alinhados ao Governo e excluíram os que consideram ser críticos a Marcos Rocha, como o jornalista Rubens Coutinho, do Tudorondonia; Everaldo Fogaça, de O Observador, e o próprio Gomes Oliveira, entre outros.

“ Fizeram um favor ao excluir meu nome. Eu é que não vou participar de uma palhaçada destas. E um recado aos perseguidores: O Governo passa e a imprensa fica. E é melhor ser contado entre os perseguido  que entre os perseguidores”, disse  o jornalista Rubens Coutinho, editor do Tudorondonia. Rubinho já sabia previamente da exclusão de seu nome.

Desde que assumiu a SUGESP – Superintendência de Gestão de Pessoas -, Junior Gonçalves, que antes de ser nomeado para o Governo estava à frente do falido grupo de supermercados Gonçalves, que foi à bancarrota, tem se dedicado a usar o cargo público para tentar fazer com os sites independentes o mesmo o que aconteceu com as empresas de seu pai. Mas está perdendo tempo.

Ocorre que, diferente do que pensa o filho do empresário falido, veículos como o Tudorondonia, a Folha Rondoniense, O Observador, Rondoniadinamica, entre outros, não dependem de verba governamental para continuar existindo, diferente de uma SIC TV, de um Diário da Amazônia, de uma TV Rondônia, por exemplo.

Estes  sites são enxutos, bem administrados e procuram se ajustar à realidade econômica, diferente do falido grupo do pai de Junior Gonçalves.

FONTE: TUDO RONDONIA

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