Milho safrinha: cultura crescente em área plantada, tecnologias empregadas e produtividades

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Atualizado: setembro 11, 2019

O milho safrinha vem aumentando de proporção ano a ano, quando comparado à safra de milho verão. Em 2006, representava aproximadamente 25% do total da área plantada com milho no Brasil; em 2012 a proporção estava muito próxima de 50% e hoje representa quase 70% do total de área plantada com milho no país, de acordo com o levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Isso tem acontecido por vários motivos, dentre eles a remuneração que a cultura da soja vem apresentando na safra verão e o clima favorável ao cultivo de milho segunda safra. Os principais estados produtores de milho safrinha são Mato Grosso, Paraná, Mato Grosso do Sul e Goiás.

“Observamos produtividades médias históricas por hectare muito próximas entre o milho plantado no verão e o plantado na safrinha, salvo nas regiões de altitude, onde contamos com dias quentes e noites mais frias, o que favorece o desenvolvimento da cultura. Nessas, o clima no verão é mais propício para a cultura, podendo atingir produtividades próximas ao dobro por hectare quando comparado ao milho safrinha”, explica o diretor técnico de grandes culturas da Brandt do Brasil, Samuel Guerreiro.

Os maiores riscos do milho safrinha estão relacionados a períodos de estiagem e geadas, por poderem reduzir drasticamente a produtividade e serem fatores que não estão sobre o controle do produtor. Com o objetivo de reduzir esses riscos, algumas regiões iniciam o plantio da soja mais cedo para conseguir antecipar o plantio do milho safrinha e fugir dos períodos de maiores riscos.

 “Contamos ainda com a incidência de doenças, o que vem crescendo, assim como a presença de algumas pragas. Por isso, requer um manejo adequado desde o início do ciclo da cultura, sem esquecer da nutrição, pois uma planta bem nutrida consegue expressar melhor o seu potencial produtivo e ainda ser mais tolerante aos estresses bióticos e abióticos, como pressão de determinada praga ou estiagem prolongada”, ressalta Guerreiro.

E é justamente nesse ponto que a Brandt consegue ajudar, com suas tecnologias Manni-Plex e Smart System, as quais garantem a nutrição das plantas por meio da absorção e translocação de cada nutriente aplicado.

“Como exemplo, sabemos da importância do elemento boro, que participa do crescimento de raízes, parte aérea e é fundamental no processo da polinização. Porém, é um nutriente normalmente encontrado com baixos teores nos solos brasileiros e apresenta baixíssima mobilidade dentro da planta, o que normalmente resulta em redução de produtividade. Com a tecnologia Manni-plex, possibilitamos a absorção e mobilidade necessária para esse elemento ser translocado até o ponto de maior demanda da planta, dando condições para que a mesma expresse seu potencial produtivo”, explica.

Outros elementos também são essenciais para garantir uma boa produtividade do milho safrinha. Um deles é o Zinco, que atua na produção de triptofano, relacionado ao crescimento das plantas, e o Potássio, que dentre outras funções, ajuda no transporte dos fotoassimilados das folhas para os grãos.

Confirmando a alta tecnologia empregada nos produtos Brandt, o agricultor norte-americano do estado da Georgia, Randy Dowdy, ganhou a competição “Corn Warriors”, onde os melhores produtores dos Estados Unidos disputam para obter a maior produtividade na cultura do milho. Na safra 2018/2019 ele atingiu 426,8 sacas por hectare. As tecnologias da Brandt foram corretamente utilizadas, impactando diretamente no aumento da produtividade.

FONTE: ASSESSORIA TEXTO COMUNICAÇÃO

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