EPRECIS®, a nova solução da Ceva Saúde Animal contra os principais parasitas bovinos, inclusive estefanofilária

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Atualizado: agosto 9, 2019

A Ceva Saúde Animal, uma das maiores indústrias de produtos para saúde animal do mundo, traz para o mercado brasileiro o moderno endectocida EPRECIS®, solução injetável pronta para uso, com baixo volume de dose, eficaz para o tratamento dos principais parasitas em bovinos, como berne, carrapato e mosca-do-chifre, importantes vermes gastrointestinais e larvas  microfilárias da Stephanofilaria spp, que causam a úlcera do úbere ou estefanofilariose.

EPRECIS® tem amplo espectro, é extremamente seguro, não apresenta período de carência para o leite das vacas tratadas e apenas 12 dias para o abate dos bovinos de corte. É o único endectocida com a chancela em bula para o tratamento da úlcera do úbere. A novidade da Ceva também pode ser usada em fêmeas gestantes, em qualquer fase da gestação.

“EPRECIS® é um endectocida muito potente contra parasitas bovinos e chega ao mercado brasileiro para ocupar uma lacuna, pois até agora não havia uma solução assertiva, em dose única, com carência zero para o leite para combater a úlcera do úbere”, informa Beatriz Ortolani, gerente de produtos para leite da Ceva Saúde Animal.

Mais comum em bovinos leiteiros, a estefanofilariose é uma parasitose de caráter zoonótico, ou seja, pode também afetar o homem. Costuma ser mais prevalente na estação chuvosa e quente do ano, época que coincide com altas população dos vetores biológicos.

Causada por nematódeos (vermes redondos) do gênero Stephanofilaria spp, a doença provoca lesões, que começam com irritação na pele, surgimento de pequenas vesículas (pápulas), que evoluem para nódulos com secreção e perda de pelos, que podem originar crostas sobre a lesão. “Essas lesões causam grande desconforto aos animais, atraem moscas – inclusive a ‘mosca varejeira’ (Cochliomyia hominivorax), responsável por miíases ou bicheiras. Elas também podem ser contaminadas, secundariamente, por microrganismos que dificultam a cicatrização e infectam os tetos e o úbere (mastites), contribuindo para reduzir a qualidade do leite. As lesões podem permanecer por longo período de tempo e determinar atraso no processo de ordenha e prejuízo significativo ao bem-estar dos animais acometidos”, explica o médico veterinário Marcos Malacco, gerente técnico de bovinos da Ceva Saúde Animal.

FONTE: ASSESSORIA TEXTO COMUNICAÇÃO

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